Grandes Promoções na Livraria Cultura

Horário

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

7 dicas para sair do armário

Quase todos os homossexuais passam pelo inevitável momento em que desejam falar sobre a sua orientação sexual aos mais próximos, sejam eles amigos ou família. Inicialmente existe sempre uma tendência para adiar a conversa e nesse preciso momento o medo apodera-se dos sentidos e o assunto acaba por ser deixado para depois. O nosso artigo pretende aconselha-lo, enumerando as melhores dicas para sair do armário de forma calma e com reações favoráveis.


Começamos por aconselha-lo acerca da preparação psicológica necessária para que a conversa seja calma e espontânea. Após decidir que deseja realmente falar sobre a sua opção sexual resta mentalizar-se de que a conversa terá que levar um rumo natural, evitando constrangimentos. Para que o momento corra na perfeição a equipa do ptgay aconselha o seguimento das nossas dicas, que farão com que a sua conversa seja natural e com que obtenha a reação que espera da pessoa com quem decide confidenciar.
O ponto de partida passa por escolher as pessoas com quem pretende falar. Aconselhamos então dois grupos privilegiados que constituem o centro das nossas relações pessoais.

Família

A família é sem dúvida o grupo privilegiado na hora de conversar sobre a sua orientação sexual. É com a família que estabelecemos os laços mais fortes e duradouros. Provavelmente estas as pessoas são as únicas com quem podemos contar em todos os momentos das nossas vidas. Apesar disso, é precisamente com este grupo que a conversa que leva a “sair do armário” se torna mais difícil, muitas vezes por medo da reação negativa. É verdade que existem vários tipos de pessoas com mentalidades diferentes, ainda assim aconselhamos completamente a conversa com a família. A sinceridade e abertura no seio familiar é extremamente importante e não duvide que estas são das poucas pessoas que poderão mudar as suas mentalidades por alguém. Converse e explique os factos num ambiente descontraído de modo a fazer entender a sua posição.

Amigos

Os amigos são também um grupo muito importante com quem se deve conversar abertamente sobre todo o tipo de assuntos. A homossexualidade não é exceção. Também com este grupo existe alguma apreensão quanto à abordagem do assunto homossexualidade, maioritariamente por medo da rejeição. Apesar desses sentimentos não tenha medo, se achar que está no momento certo converse com os seus amigos naturalmente e desabafe. Como se costuma dizer, os bons ficarão o seu lado.
Depois de definir quais a(s) pessoa(s) com quem pretende conversar sobre a sua orientação sexual resta preparar-se para toda a esta conversa. A preparação deve ser feita de um modo calmo, consciente e sem grandes problemas, afinal trata-se de um assunto delicado mas que deve ser levado com toda a naturalidade possível. Conheça então quais as dicas para a hora H:

Procure um momento de calma

Um almoço, jantar, lanche ou qualquer outro momento de descontração será o momento perfeito para uma boa conversa onde poderá  de facto sair do armário. Não pense minuciosamente num momento especifico ou numa hora marcada. Marque um encontro com quem deseja ter a conversa e aja naturalmente, quando se sentir à vontade contextualize a conversa e aborde naturalmente o assunto.

Desabafe sobre tudo o que sentir

Aconselhamos a não ter qualquer medo quando decidir abordar o assunto da homossexualidade. Explique tudo e se a reação e o momento forem propícios desenvolva, reforce a sua posição e opinião, peça algumas respostas e desabafe sobre situações que aconteceram consigo. Todos estes fatores estão dependentes do modo como a conversa se desenvolve. Tente sempre apaziguar emoções e agir naturalmente.

Não tenha medo do silêncio do outro

Obter o silêncio como resposta por parte do outro é perfeitamente normal, especialmente se a outra pessoa for apanhada de surpresa. Portanto aconselhamos a descontração e  uma possível continuidade ou mudança do assunto caso verifique que a pessoa está desconfortável com a conversa.

Não suponha respostas que não existem

Seja através de gestos ou ações há sempre a tendência para pressupor uma resposta que realmente não foi dita. Não interprete mal qualquer reação por parte da pessoa a quem pretende falar sobre a sua orientação sexual. É perfeitamente normal uma inação ou até uma falta de resposta em palavras, com o tempo a conversa fluirá mais facilmente e terão oportunidade de trocar opiniões e pontos de vista.

Conte uma experiência

Caso a conversa tome o rumo certo não hesite em contar uma experiência que tenha tido, como por exemplo um namoro gay. É muito importante desabafar sobre estes aspetos, para criar confiança e laços com a pessoa que o ouve assim como para si mesmo, que se sentirá melhor após ter alguém a quem confiar as suas experiências.

Prepare-se para qualquer reação  
Como é de esperar é possível que verifique reações diferentes relativamente às pessoas com quem conversar. As reações são condicionadas por fatores como por exemplo a abordagem do assunto ou a mentalidade e abertura que a outra pessoa possui. Ainda assim vale sempre a pena preparar-se para qualquer tipo de reação, seja ela boa ou má.


Deixem seu Comentários, vamos repassar para as pessoas que precisam de ajuda!!!


Fonte:ptgay.net


Suposto ex-amante diz ter sido ameaçado por advogados de John Travolta

Ele abriu um processo contra o ator por ter sido acusado de assinar um contrato de confidencialidade

 

Depois do ter esfriado na mídia, a polêmica envolvendo um caso homossexual de John Travolta acaba de ganhar um novo capítulo. Segundo informações do site TMZ, o ex-piloto Doug Gotterba, de 62 anos, suposto amante de Travolta, contou detalhes sobre o relacionamento que tiveram juntos e agora estaria sendo ameaçado pelo advogado do ator, Marty Singer.
De acordo com as informações, eles teriam se relacionado entre os anos de 1981 e 1987, época em que Gotterba trabalhou para o ator. Quando toda a história do caso homossexual veio à tona, Singer teria ameaçado Doug, dizendo que ele não podia ter quebrado um contrato de confidencialidade, que selou quando parou de trabalhar para o astro de Hollywood.
Mas, Gotterba contou que, ao parar de prestar serviços para o astro de Holywood, foi feito apenas um contrato de rescisão que não continha nenhuma cláusula referente à confidencialidade com relação ao seu suposto caso com o ator,. Por conta disso, ele entende que pode falar sobre o relacionamento sem problemas.
Doug Gotterba, abriu um processo contra o ator, dizendo que nunca assinou um contrato de confidencialidade para manter segredo sobre o caso amoroso entre os dois. Porém, o advogado contou que tem uma cópia do contrato incluída no processo e vê a ação judicial como “ridícula”. “Mr. Gotterba obviamente entrou com esse processo para ter os seus 15 minutos de fama. Pretendemos fazer com que esse caso sem méritos seja prontamente dispensado”, afirmou Singer.


Fonte: Ofuxico

Aumenta apoio para casamento gay nos EUA



O apoio ao casamento gay nos Estados Unidos está crescendo, segundo pesquisa realizada pela Quinnipiac University (Connecticut), que também registra uma maioria a favor da legalização da maconha.
Quarenta e oito por cento dos entrevistados por telefone disseram apoiar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, em alta na comparação com os 36% que responderam afirmativamente quando a pesquisa Quinnipiac foi feita em 2008.
Por outro lado, 46% se opõem, contra os 55% em 2008.
Entre os católicos brancos, o apoio alcançou 49%, apesar da forte oposição da Conferência de Episcopal católica dos Estados Unidos ao casamento entre gays ou lésbicas.
A pesquisa é publicada antes da decisão que deve tomar a Suprema Corte de Justiça, provavelmente na sexta-feira, sobre a constitucionalidade dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo, que é legal em nove estados da União, mas não é reconhecido pela lei federal.
A pesquisa também indica que 51% dos americanos acham que a maconha deve ser legalizada, enquanto 44% são contrários. O apoio é maior entre os homens e a faixa etária de 18 a 29 anos.
Esta é a primeira vez que a Universidade de Quinnipiac faz esta pergunta e, dada a tendência registrada, a legalização da maconha parece apenas uma questão de tempo, segundo Peter Brown, diretor adjunto do Instituto de Pesquisas da QU.
Foram entrevistados 1.949 eleitores registrados de 28 de novembro a 3 de dezembro, com uma margem de erro de 2,2 pontos.

Fonte: www.istoe.com.br